InícioBlogInteligência ArtificialSeis terminais abertos e você não sabe qual é qual: o Dante CLI agora resolve isso no Windows Seis terminais abertos e você não sabe qual é qual: o Dante CLI agora resolve isso no Windows Inteligência Artificial · 31 jul 2026 · 22 min · 1 WhatsApp Twitter LinkedIn Copiar link Índice O problema não é o terminal, é achar o terminal certo Painéis que nascem vazios e se mesclam em retângulo O canvas é uma sala de controle, não um enfeite 2.200 skills na lista, tokens lidos do disco e voz que não aperta Enter Colar 30 linhas sem disparar comando: os detalhes que só quem apanhou percebe Cofre com DPAPI, editor com realce e a lixeira do Windows 17× mais rápido para redesenhar sem trocar de linguagem O que a versão Windows não tem em relação à de Mac Onde iTerm2, Warp e Windows Terminal param O que ainda não funciona (leia antes de comprar) Requisitos, preço e o teste de dez minutos Perguntas frequentes Seis terminais abertos e você não sabe qual é qual: o Dante CLI agora resolve isso no Windows Quando comecei a rodar Claude Code em três projetos ao mesmo tempo, o gargalo deixou de ser o modelo e passou a ser eu procurando janela. Escrevi o Dante CLI para acabar com essa procura no Mac, em Swift. Agora existe a versão para Windows 10 e 11, escrita do zero em C++23 com Qt 6 e ConPTY, sem Electron, sem navegador embutido, sem Node. Este post é o inverso de uma página de vendas. Vou mostrar o que o app faz, os números de desempenho antes e depois, o que a versão Windows não tem em relação à de Mac, e uma seção inteira com o que ainda não funciona. Se você procura por split de terminal ou por uma IDE para trabalhar com inteligência artificial na linha de comando, dá para decidir lendo isto aqui, sem instalar. Dante CLI para Windows: uma IDE para gerenciar os seus terminais O problema não é o terminal, é achar o terminal certo Agente de IA no terminal não é comando que roda e acaba. É uma conversa que dura minutos, e você não fica parado olhando. Abre outro projeto, dispara outro agente, volta. Em uma hora você tem seis janelas, duas com agente trabalhando, uma com log, uma com build e duas que você não lembra por que abriu. Dez trocas de contexto por hora, meio minuto cada para lembrar onde você estava, dão 40 minutos por dia. O comando é barato. O caminho até ele é que custa. O Dante CLI é um multiplexador de terminal, a mesma ideia do tmux, com interface gráfica. Várias sessões de shell dentro de uma janela só, organizadas em abas e painéis, com mouse, cor e ícone, sem decorar prefixo de teclado para dividir uma tela. A pasta entra na criação do processo, não num cd depois Cada aba recebe nome, uma de dez cores de cabeçalho e um emoji. Vermelho é log, azul é API, verde é o agente escrevendo código. Reconhecer cor é mais rápido que ler título, e você faz isso umas cinquenta vezes por dia. Arrastar uma pasta da árvore para um painel abre um terminal já dentro dela, inclusive em outro disco, D: ou F:. A pasta vai no momento em que o processo é criado, não é um cd disparado depois, então não existe aquele intervalo em que o terminal está na pasta errada e você cola um comando destrutivo confiante. O shell também herda o PATH lido do registro do Windows na hora, não uma cópia velha do ambiente: instalou uma ferramenta hoje de manhã, ela já é encontrada. Ao reabrir o app voltam as abas, as pastas, os nomes, as cores, os emojis, a aba ativa e o layout do split com mesclagens e proporções. O que não volta é o processo. O histórico e o comando que estava rodando morrem com a sessão anterior, e isso vale para qualquer app no Windows. Você retoma o arranjo, não a execução. Painéis que nascem vazios e se mesclam em retângulo O split é uma grade de colunas por linhas, com divisórias arrastáveis nos dois eixos e proporções preservadas quando a janela muda de tamanho. Até aí, vários terminais fazem. Split 2×2 no Windows: dois agentes trabalhando, dois terminais livres, tudo na mesma janela Duas decisões mudam o uso no dia a dia. A primeira é a mesclagem de células: dois painéis vizinhos viram um só, desde que o resultado seja um retângulo. Você começa numa 2×2 e termina com um painel largo em cima e dois pequenos embaixo, sem refazer o layout. Dá para desfazer uma mesclagem ou limpar todas de uma vez. A segunda é que painel vazio é o estado normal. Ele mostra “Novo terminal” e espera. Você preenche arrastando uma aba de cima, arrastando uma pasta da árvore ou clicando para criar um terminal ali. Arrastar o cabeçalho de um painel sobre outro troca os dois de lugar. E quando você tira um terminal do painel, ele não morre: sai do split, continua na barra de abas e volta quando quiser. O app confirma antes e diz exatamente isso, porque a expectativa de todo mundo é que o ✕ mate o processo. Arranjo que deu certo vira modelo, com miniatura do formato, e volta em um clique. Na hora de aplicar, uma lista deixa você escolher quais terminais entram em quais painéis. O mesmo split na versão macOS, escrita em Swift Com dois ou três agentes visíveis ao mesmo tempo, você vê quando um parou pedindo confirmação e quando outro entrou num caminho errado, e corta antes de queimar token. Atrás de uma aba, você descobre quando volta. O canvas é uma sala de controle, não um enfeite Quando o número de sessões passa do que cabe numa grade, existe o canvas: um plano infinito onde cada terminal vira um cartão que você posiciona e redimensiona onde quiser. Arrasta o fundo para mover, dá zoom com indicador de porcentagem, e o botão “organizar” alinha tudo numa grade de novo. O que faz o canvas valer são as notas, cartões de texto editável no meio dos terminais. O plano da tarefa fica escrito ao lado de quem executa. Quando você toca quatro agentes, o combinado precisa estar visível, não na sua memória. No canvas, cada sessão vira um cartão que você posiciona onde quiser Dois detalhes que resolvem problemas reais. Com zoom muito afastado, o cartão vira um resumo estático com o aviso “aproxime para interagir”, enquanto os processos continuam rodando: desenhar dezenas de terminais vivos em miniatura seria desperdício de quadro. E o cartão é só uma vista, ele não altera o tamanho da sessão. Sem isso, passear pelo canvas redimensionaria o terminal e bagunçaria a interface que o Claude está desenhando na aba. A ligação entre agentes existe por baixo, mas o cabinho ainda é só do Mac No macOS o canvas orquestra: você liga os agentes uns aos outros com conexões visuais e eles trocam contexto dentro do fluxo que você desenhou. No Windows os cartões são terminais independentes, sem esse cabinho. A tubulação, porém, já está no Windows. Cada terminal recebe uma identidade no ambiente do shell, e um executável auxiliar deixa um agente mandar mensagem para outro terminal do mesmo fluxo por named pipe, canal local do Windows, sem rede. O roteamento nega por padrão: só alcança quem está no mesmo fluxo, e não existe busca global por nome, senão o agente do projeto A conversaria com o homônimo do projeto B. Um terminal também só é registrado como agente depois que o processo confirma que subiu, para não existir agente fantasma que aceita mensagem e joga fora. O que falta na versão Windows é a camada de cima: montar o time de agentes a partir de uma nota do canvas, com o fluxo desenhado na tela. Quem depende disso hoje fica no Mac. 2.200 skills na lista, tokens lidos do disco e voz que não aperta Enter O app não substitui Claude Code, Codex ou Gemini. Ele é a casa onde eles moram, e resolve três coisas que os assistentes deixam por sua conta. A lista de skills lê o que você já instalou Uma barra lateral varre ~/.claude/skills, ~/.claude/commands, ~/.codex/prompts e ~/.gemini/commands. Cada item aparece com etiqueta da origem e busca por nome e descrição. Clicar escreve o comando no terminal em foco sem enviar. A máquina onde desenvolvo o app tem mais de 2.200 skills instaladas. Esse número virou o caso de teste: a leitura é sob demanda e a lista é virtualizada, então a interface não engasga por causa do tamanho da sua biblioteca. O consumo de IA sai dos seus arquivos, não de uma API O painel lê os arquivos de sessão que o Claude Code e o Codex já gravam no seu disco. Ele mostra o consumo de hoje com custo estimado a preço de API, a janela de contexto do último turno, o uso das últimas cinco horas e dos últimos sete dias, e o horário aproximado em que cada janela reinicia. Fica um indicador fixo no topo e o detalhe abre num painel. Uma escolha aqui vai contra o que seria mais bonito de mostrar. O limite do seu plano fica no servidor da Anthropic e não existe em nenhum arquivo do seu computador. Eu poderia estimar um teto e desenhar uma barra de porcentagem que enche. Preferi mostrar o valor absoluto e o horário de reinício, e só calcular porcentagem depois que você informar o seu limite no app. Barra de progresso inventada é pior que barra nenhuma, porque você toma decisão em cima dela. Skills, snippets e consumo à mão, sem sair do terminal Ditar prompt longo custa um terço do tempo de digitar O botão de microfone grava, transcreve e digita o texto no terminal em foco sem enviar. Você lê, corrige e decide. Para prompt de vinte linhas explicando contexto, falar é mais rápido e a explicação costuma sair mais completa do que a versão digitada, porque ninguém abrevia quando fala. A transcrição usa o Whisper hospedado na Groq com a sua chave de API, guardada cifrada na máquina. Então esse recurso específico depende de internet e de uma chave sua. Se você tinha uma chave salva em texto puro de uma versão antiga, o app move para o cofre e apaga o original. Colar 30 linhas sem disparar comando: os detalhes que só quem apanhou percebe Escrevi o emulador do zero, parser VT e grade de células próprios. Foi trabalhoso e é o que permite acertar a lista abaixo. Nada disso cabe num anúncio, e é tudo que separa um terminal usável de um terminal irritante quando o inquilino é um agente de IA. Colar texto de várias linhas sem quebrar. A colagem usa bracketed paste, então um prompt de trinta linhas chega inteiro ao Claude em vez de ser enviado picado linha a linha, disparando comando no meio do caminho. É o bug clássico de terminal. Shift+Tab funciona. É o atalho que cicla o modo do Claude Code entre automático, manual e plano. Muitos terminais não mandam essa sequência, e você fica sem entender por que o modo não muda. Emoji e acento não desalinham. Caractere largo ocupa duas colunas, como manda o padrão, então a interface não escorrega no meio do desenho. As molduras saem inteiras. As barras e caixas que o Claude desenha são renderizadas como formas geométricas, não como fonte, então não aparecem quebradas nem com falha entre os blocos. TUI de verdade. Tela alternativa, região de rolagem, inserção e remoção de linhas, salvar e restaurar cursor, truecolor de 24 bits. Vim, Claude Code e qualquer interface de tela cheia desenham certo. Print colado vira caminho de arquivo. Se a área de transferência tem só uma imagem, o app salva um temporário e cola o caminho, que é o formato que Claude e Codex aceitam para ler a imagem. O sino avisa. Quando o agente termina ou pede confirmação, toca uma notificação. Você vai fazer outra coisa em vez de vigiar a tela. Desliga nas configurações, com botão de teste. 5.000 linhas de histórico navegáveis com a roda do mouse, e interface em tela cheia não polui esse histórico. O básico também: seleção com o mouse copia ao soltar, Ctrl+C interrompe quando não há seleção e copia quando há, Ctrl+Shift+C e Ctrl+V colam, e o tamanho da fonte muda por atalho, por Ctrl e roda do mouse ou pelos botões no cabeçalho de cada terminal, com o valor salvo entre execuções. Cofre com DPAPI, editor com realce e a lixeira do Windows O cofre guarda SSH, SFTP, FTP, MySQL, chaves de API e um tipo livre. Os campos secretos são cifrados pelo DPAPI, o mesmo mecanismo que o Windows usa para as próprias credenciais, e ficam em branco no banco local. Abri o arquivo de dados para conferir: a senha não está lá. Ela só é decifrada quando você pede, ao revelar, ao editar ou ao colar. Cada credencial tem dois botões. “Conectar” monta o comando com usuário, host e porta e coloca no terminal sem apertar Enter. “Colar senha” decifra e digita no prompt que estiver pedindo, também sem enviar. Apagar a credencial apaga o segredo junto. É o substituto daquele arquivo de texto com senhas na área de trabalho que quase todo mundo ainda tem. O resto do dia a dia também mora no app: Árvore de arquivos com menu de contexto: abrir terminal aqui, abrir num painel do split, usar como raiz da árvore, favoritar, copiar caminho, revelar no Explorer, renomear, criar arquivo ou pasta, e mover para a lixeira do Windows, que é recuperável. Excluir de vez é decisão sua, no Explorer. Editor com realce para C, C++, C#, Java, JavaScript, Python, shell e JSON, salvando em UTF-8. Acima de 500 KB abre em modo simples, e há teto de 5 MB para a interface não travar. Imagens com pré-visualização em PNG, JPG, GIF, WEBP, BMP, SVG e ICO. PDF, Office e compactados abrem no aplicativo padrão do Windows. Favoritos de pasta: um clique abre terminal no projeto. Snippets com nome, emoji e texto de várias linhas, para o comando de deploy de doze parâmetros que você sempre erra. 17× mais rápido para redesenhar sem trocar de linguagem Terminal é um dos poucos programas onde a lentidão aparece na hora, porque cada byte que o shell escreve passa pelo emulador. E agente de IA escreve muito byte. Os números abaixo saíram de benchmark contra o código real, antes e depois de otimizar. OperaçãoAntesDepoisRolagem, por linha8,0 µs0,8 µsDesenho de um terminal 200×508,5 ms2,3 msRedesenho com três linhas alteradas5,8 ms0,34 msFechar uma aba300 msmenos de 50 msSair do app com 30 abas9 s0,3 sAbrir o app com 30 terminaismais de 5 s travadomenos de 1,5 sOito painéis numa tela 4K21 quadros por segundomais de 100 O 17× do redesenho vem de repintar só as linhas que mudaram em vez da tela inteira. A rolagem saiu de 7,6 MB por segundo de saída absorvida para perto de 40 MB por segundo. Tem um teste automático que reprova a build se a rolagem voltar a ficar lenta, então o ganho não some na próxima versão. A conclusão contraria o que se costuma dizer em thread de rede social: o gargalo nunca foi a linguagem nem a interface declarativa. Era estrutura de dados e estratégia de redesenho. Reescrever em outra linguagem não teria movido nenhum desses números. O que moveu foi parar de repintar o que já estava certo na tela. O que ganhei escolhendo C++ com Qt em vez de Electron C++23 com Qt 6, interface em QML, ConPTY para as sessões. Sem Electron, sem WebView2, sem Node. O pacote leva o Qt e o runtime do Visual C++ dentro, então não tem pré-requisito para instalar antes. O custo dessa escolha é desenvolvimento mais lento, e não vou fingir o contrário. O ganho é o app abrir rápido e sobrar memória para o que interessa, que são os agentes, os builds e os testes rodando ali dentro. Num notebook de trabalho, com o navegador de verdade já aberto com trinta abas, um terminal que carrega um segundo navegador por baixo compete com você. A arquitetura é em camadas de mão única, com o núcleo (emulador e roteamento) sem dependência de Qt nem de Windows, testado isolado. Cada mudança passa por integração contínua que compila em Debug e Release, roda os testes criando processo de verdade via ConPTY, empacota e executa o app empacotado no servidor de build só para provar que ele abre. Já quebrei build o suficiente para saber que “compilou” não significa “abre”. O que a versão Windows não tem em relação à de Mac São dois apps nativos escritos do zero, não é o mesmo código embrulhado duas vezes. A de Mac é a mais completa. A de Windows é mais enxuta de propósito: o alvo dela é rodar liso, com o essencial muito bem feito. RecursoWindows 10 e 11macOSAbas com nome, cor e emojiSimSimSplit com mesclagem, modelos e redimensionamentoSimSimArrastar pasta e abrir o terminal nelaSimSimLayout que volta ao reabrirSimSimCanvas com cartões e notasSim, terminais independentesSim, com agentes conectadosOrquestração visual de agentesBase pronta, interface nãoSimSkills a um cliqueSimSimMCPNãoSimCofre de credenciaisSim, cifrado com DPAPISimEditor, visualizador e árvore de arquivosSimSimSnippets e favoritosSimSimDitado por vozSimSimPainel de consumo de IASimSimTecnologiaC++23, Qt 6, ConPTYSwiftPreçoR$ 50, acesso por 2 anosR$ 97 Em uma frase: no Windows você tem o gerenciador de terminais para trabalhar com IA, no Mac você tem isso mais a orquestração de agentes. Onde iTerm2, Warp e Windows Terminal param iTerm2 é o terminal clássico do Mac, gratuito, maduro, e faz split muito bem. Só existe no Mac, e foi desenhado para uma época em que o terminal não hospedava agente de IA. Não tem painel de consumo, lista de skills, canvas nem cofre. Se você quer um terminal excelente e monta o resto por fora, ele continua sendo uma escolha certa. Warp é bem construído e a diferença com ele é de filosofia, não de qualidade. O Warp traz o modelo de IA dele para dentro do produto, com conta e serviço próprios. O Dante CLI parte do princípio de que você já paga Claude, Codex ou Gemini e quer um lugar bom para rodar os três. Um vende inteligência, o outro vende organização em cima da inteligência que você já assina. Windows Terminal é gratuito, vem com o sistema, faz abas e painéis com competência e roda PowerShell e WSL, coisa que o Dante CLI ainda não faz. Para quem abre dois terminais por dia, ele resolve e não tem motivo para trocar. A conversa muda com dez sessões e quatro agentes: aí falta favorito, snippet, cofre, canvas, skills, painel de token e sino avisando que o agente parou. Existe ainda a leva de orquestradores de agentes, como o Overclock.sh, focada em coordenar vários agentes, boa parte rodando no navegador ou em infraestrutura remota. É outra categoria: o foco lá é o agente, aqui é o terminal. O Dante CLI roda na sua máquina, usa os seus arquivos, lê o consumo do seu disco e guarda senha com o mecanismo do próprio Windows. Nada sai da máquina. Para quem mexe com código de cliente, isso pesa mais que lista de recurso. O que ainda não funciona (leia antes de comprar) Todo terminal abre no cmd.exe. Tem um campo de shell padrão nas configurações que aceita powershell.exe ou bash, mas ele ainda não tem efeito: a preferência é salva e ignorada. PowerShell, WSL e Git Bash não estão disponíveis nesta versão. Texto já impresso não se reorganiza quando a largura muda. Estreitou e alargou um painel, o que o cmd já tinha escrito continua quebrado. O Claude e outras interfaces se redesenham sozinhas e ficam normais. Sem navegador embutido, vídeo tocando dentro do app, gerador de documento ou chat de IA flutuante. Foram cortes de escopo, não esquecimento. Sem acesso remoto. Não tem servidor web nem uso pelo celular. Vídeo e áudio mostram só o cartão do arquivo, ainda não reproduzem. PDF abre no app do sistema. O editor não tem buscar e substituir e assume UTF-8. Link no terminal ainda não é clicável, e não há trava de rolagem: chegando saída nova, a visão vai para o fim. O app ainda não é assinado digitalmente, então o SmartScreen pode avisar na primeira execução. Requisitos, preço e o teste de dez minutos Roda em Windows 10 versão 1809 (build 17763) ou superior e Windows 11, em 64 bits. O piso é o ConPTY, que a Microsoft introduziu naquela versão. Vem em instalador com atalho no menu iniciar e desinstalador, em português e inglês, ou em pacote portátil que você descompacta e roda. Não precisa instalar runtime antes. Ele resolve um problema que você tem hoje se usa Claude Code, Codex ou Gemini em mais de um projeto, mantém três ou mais sessões abertas o dia inteiro, perde tempo achando o repositório certo, acessa servidor por SSH com a senha guardada em lugar que não devia, ou já descobriu que estourou a cota de token no pior momento. Não compre se o seu terminal fica aberto meia hora por dia com uma sessão só, porque o Windows Terminal dá conta. Nem se você depende de PowerShell ou WSL, porque essa parte ainda não chegou. E se o que você quer é um modelo de IA melhor, o produto não é este: eu organizo os assistentes que você já usa, não os substituo. A versão Windows custa R$ 50 com acesso por 2 anos. A versão macOS custa R$ 97. Licenças separadas, porque são dois apps nativos diferentes. O teste que eu sugiro leva menos de dez minutos: abra no seu projeto principal, arraste duas pastas para criar dois terminais, divida a tela em dois, ponha um agente para trabalhar num painel e fique com o outro livre para conferir o que ele fez. Se no fim você não sentir falta das janelas soltas, encaixou. Perguntas frequentes A versão Windows tem tudo o que a de Mac tem? Não. Faltam a orquestração visual de agentes no canvas e o MCP. Tem abas, split com mesclagem e modelos, canvas com terminais independentes e notas, skills, cofre, snippets, favoritos, editor, árvore de arquivos, voz e painel de consumo. Funciona com PowerShell, WSL ou Git Bash? Ainda não. Nesta versão todo terminal abre no cmd.exe. Preciso de internet? Para organizar as suas sessões, não. Precisam de rede as mesmas coisas de sempre, os assistentes de IA, o git remoto e os servidores que você acessa, mais dois pontos do app: o ditado por voz, que transcreve com Whisper na Groq usando a sua chave, e a ativação da licença. Meu código ou minhas senhas saem da máquina? Não. O painel de consumo lê arquivos que já estão no seu disco, sem chamar API. As senhas do cofre são cifradas pelo DPAPI do Windows e ficam em branco no banco local. A conversa entre agentes usa named pipe, canal local, sem rede. Por que o painel de token não calcula minha porcentagem sozinho? Porque o limite do seu plano fica no servidor da Anthropic e não existe em arquivo nenhum no seu computador. O app mostra consumo absoluto e horário de reinício, e passa a calcular porcentagem depois que você informa o seu limite. O Windows avisou algo ao abrir o instalador. É vírus? Não. O app ainda não tem assinatura digital, e o SmartScreen avisa sobre qualquer executável novo sem assinatura. Está na lista para resolver. Ele substitui o Claude Code, o Codex ou o Gemini? Não. É onde você roda esses assistentes, com a sua assinatura e a sua conta em cada um. A voz executa comando sozinha? Não. Ela escreve na linha de comando e para. Vale para as skills e para o cofre também: tudo é digitado no terminal sem apertar Enter por você. Comprando a de Windows eu ganho a de Mac? Não. São licenças separadas: R$ 50 para Windows com acesso por 2 anos, R$ 97 para macOS. Baixe a versão para Windows 10 e 11 aqui ou a versão para macOS aqui. Achou bug ou faltou alguma coisa nessa lista, me manda: o que entra na próxima versão sai da conversa com quem usa. Compartilhar: WhatsApp Twitter LinkedIn Copiar link Anterior Gerador de DNS do Cloudflare para projetos hospedados na Napoleon Host Leia também Academy Inner AI é boa? Vale a pena? 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